Conceptos Categóricos

Crónicas de autores

Carlos Eduardo Pompilio *

Autor invitado por SIIC

O trabalho interroga se um conceito de doença baseado na tecnologia seria o responsável pela queda mundial no número de autópsias

A INVENÇÃO TECNOLÓGICA DAS DOENÇAS E O DECLÍNIO DAS AUTÓPSIAS

Seria a causa da queda progressiva no número de autópsias uma mudança no conceito contemporâneo de doença?

*Carlos Eduardo Pompilio
describe para SIIC los aspectos relevantes de su trabajo
THE TECHNOLOGICAL INVENTION OF DISEASE AND THE DECLINE OF AUTOPSIES
São Paulo Medical Journal,
126(2):71-72 Mar, 2008

Esta revista, clasificada por SIIC Data Bases, integra el acervo bibliográfico
de la Biblioteca Biomédica (BB) SIIC.

Institución principal de la investigación
*Hospital Das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de Sao Paulo, São Paulo, Brasil
Imprimir nota
Referencias bibliográficas
1. Chariot P, Witt K, Pautot V, et al. Declining autopsy rate in a French hospital: physician's attitudes to the autopsy and use of autopsy material in research publications. Arch Pathol Lab Med 124(5):739-45, 2000.
2. Lindström P, Janzon L, Sternby NH. Declining autopsy rate in Sweden: a study of causes and consequences in Malmö, Sweden. J Intern Med 242(2):157-65, 1997.
3. Goldman L, Sayson R, Robbins S, Cohn LH, Bettmann M, Weisberg M. The value of the autopsy in three medical eras. N Engl J Med 308(17):1000-5, 1983.
4. Autopsy Committee of the College of American Pathologists. The autopsy, medicine, and mortality statistics. Vital Health Stat 3. 3(32):1-42, 2001.
5. González Bombardieri S. Reflexiones sobre la práctica actual de la anatomía patológica en Chile. Rev Méd Chile 128(5):533-8, 2000.
6. Martínez Hernández A. La crisis de la autopsia. Rev Méd Chile 128(5):457-9, 2000.
7. Segura MEA, Rocha EM, Lourenço AA, Veloso MGP, Moraes WC. Comparação entre os diagnósticos clínicos e os achados de necropsia: análise retrospectiva de 680 pacientes. J Bras Patol Med Lab 42(6):461-7, 2006.
8. Rozman MA, Eluf-Neto J. Necropsia e mortalidade por causa mal definida no Estado de São Paulo, Brasil. Pan Am J Public Health 20(5):307-13, 2006.
9. Burton JL, Underwood J. Clinical, educational, and epidemiological value of autopsy. Lancet 369(9571):1471-80, 2007.
10. Serviço de Verificação de Óbitos da Capital - USP. Estatística em número de autópsias realizadas. Available from: www. svoc.usp.br/estatistica.htm.
11. Byass P. Who needs cause-of-death data? PLoS Med 4(11):e333, 2007.
12. Foucault M. Open up a few corpses. In: Foucault M, editor. The birth of the clinic: an archaeology of medical perception. New York: Vintage Books; pp. 124-48, 1994.
13. Hofmann B. The technological invention of disease. Med Humanit 27(1):10-9, 2001.
14. Habermas J. Técnica e ciência como "ideologia". 1a ed. Lisboa: Edições 70, 2006.
15. Guttmann GD, Drake RL, Trelease RB. To what extent is cadaver dissection necessary to learn medical gross anatomy? A debate forum. Anat Rec B New Anat 281(1):2-3, 2004.
16. McLachlan JC, Patten D. Anatomy teaching: ghosts of the past, present and future. Med Educ 40(3):243-53, 2006.
17. Pawlina W, Lachman N. Dissection in learning and teaching gross anatomy: rebuttal to McLachlan. Anat Rec B New Anat 281(1):9-11, 2004.
18. McLachlan JC. New path for teaching anatomy: living anatomy and medical imaging vs. dissection. Anat Rec B New Anat 281(1):4-5, 2004.
19. Hodgkin P. Medicine, postmodernism, and the end of certainty. BMJ 313(7072):1568-9.


ua40317
-->