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PERFURAÇAO DA LUVA CIRURGICA EM OBSTETRICIA E GINECOLOGIA

PERFURAÇAO DA LUVA CIRURGICA EM OBSTETRICIA E GINECOLOGIA

(especial para SIIC © Derechos reservados)
Apesar da freqüência relativamente alta de perfuração da luva cirúrgica, obstetras não apresentam menor risco de perfuração de luvas cirúrgicas que ginecologistas
faisal9.jpg Autor:
Alexandre Faisal-cury
Columnista Experto de SIIC

Institución:
Departamento de Epidemiología Hospital Universitario de São Paulo SP, Brasil


Artículos publicados por Alexandre Faisal-cury
Coautor
Paulo Rossi Menezes* 
Livre Docente. Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo*
Recepción del artículo
16 de Noviembre, 2004
Aprobación
27 de Diciembre, 2004
Primera edición
11 de Agosto, 2005
Segunda edición, ampliada y corregida
29 de Enero, 2007

Resumen
Objetivos: A proposta desta investigação foi comparar a frequência de perfuração da luva cirúrgica em procedimentos de obstetrícia e ginecologia. Comparou-se também a percepção do ginecologista e do obstetra sobre o evento. Método: Realizou-se estudo de corte transversal, no período de março a outubro de 1997, em hospital privado em Osasco, São Paulo. 965 pares de luvas utilizadas nos procedimentos cirúrgicos de ginecologia e obstetrícia foram examinadas para verificar a existência de perfuração. Ao final das cirurgias as luvas eram testadas, através do enchimento com água e suave compressão, para verificação de vazamentos. Na ocasião, pessoas treinadas perguntavam ao cirurgião sobre sua percepção de possíveis furos na luva cirúrgica, durante o período intra-operatório. A percepção dos cirurgiões quanto ao acidente foi comparada entre os dois grupos. Resultados: Ocorreu perfuração da luva cirúrgica em 20.8% das 817 luvas usadas em procedimentos obstétricos e em 24.4% das 131 usadas em procedimentos ginecológicos. Não houve diferença significativa entre os dois grupos (p = 0.35). As proporções de percepção de acidente com as luvas entre obstetras e ginecologistas foram de 30.6% e 37.5%, respectivamente (p = 0.44). Conclusões: Apesar da freqüência relativamente alta de perfuração da luva cirúrgica, obstetras não apresentam menor risco de perfuração de luvas cirúrgicas que ginecologistas. Do mesmo modo, não houve diferenças na percepção do acidente entre os dois grupos de profissionais.

Palabras clave
Luvas cirúrgicas, ginecologia-obstetrícia, lesões por agulha


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Especialidades
Principal: Obstetricia y Ginecología
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