COVID-19
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Artículos recientes publicados por colecciones de revistas científicas biomédicas de América Latina.
La información se presenta en castellano, portugués o inglés, según fuera publicada por los editores o registrada en las bases de datos.
La mayoría de los artículos enlaza con los textos completos y gratuitos de las revistas.
Los trabajos fueron provistos por sus editores o seleccionados por SIIC en recursos documentarios de la región: Scielo, Lilacs, BVS, WHO Iris, Lis, PAHO Iris, SIIC Data Bases y otros.

 

Space-time clusters of severe acute respiratory syndrome and COVID-19 and hierarchical urban network in the state of Mato Grosso, Brazil, 2020-2021

Alves, Mario Ribeiro; Universidade Federal do Mato Grosso. Cuiabá. BR, Souza-Santos, Reinaldo; Fiocruz. Rio de Janeiro. BR, Leer más
Almeida, Andrea Sobral de; Fiocruz. Rio de Janeiro. BR



Fuente científica: Espaç. saúde (Online)

Fecha de actualización: 4 Mayo, 2022


Space-time clusters of severe acute respiratory syndrome and COVID-19 and hierarchical urban network in the state of Mato Grosso, Brazil, 2020-2021

Alves, Mario Ribeiro; Universidade Federal do Mato Grosso. Cuiabá. BR, Souza-Santos, Reinaldo; Fiocruz. Rio de Janeiro. BR, Leer más
Almeida, Andrea Sobral de; Fiocruz. Rio de Janeiro. BR



Fuente científica: Espaç. saúde (Online)

Fecha de actualización: 4 Mayo, 2022


Space-time clusters of severe acute respiratory syndrome and COVID-19 and hierarchical urban network in the state of Mato Grosso, Brazil, 2020-2021

Alves, Mario Ribeiro; Universidade Federal do Mato Grosso. Cuiabá. BR, Souza-Santos, Reinaldo; Fiocruz. Rio de Janeiro. BR, Leer más
Almeida, Andrea Sobral de; Fiocruz. Rio de Janeiro. BR



Fuente científica: Espaç. saúde (Online)

Fecha de actualización: 4 Mayo, 2022


Space-time clusters of severe acute respiratory syndrome and COVID-19 and hierarchical urban network in the state of Mato Grosso, Brazil, 2020-2021

Alves, Mario Ribeiro; Universidade Federal do Mato Grosso. Cuiabá. BR, Souza-Santos, Reinaldo; Fiocruz. Rio de Janeiro. BR, Leer más
Almeida, Andrea Sobral de; Fiocruz. Rio de Janeiro. BR



Fuente científica: Espaç. saúde (Online)

Fecha de actualización: 4 Mayo, 2022


Space-time clusters of severe acute respiratory syndrome and COVID-19 and hierarchical urban network in the state of Mato Grosso, Brazil, 2020-2021

Alves, Mario Ribeiro; Universidade Federal do Mato Grosso. Cuiabá. BR, Souza-Santos, Reinaldo; Fiocruz. Rio de Janeiro. BR, Leer más
Almeida, Andrea Sobral de; Fiocruz. Rio de Janeiro. BR



Fuente científica: Espaç. saúde (Online)

Fecha de actualización: 4 Mayo, 2022

FEMINA
Influência da utilização de métodos contraceptivos sobre as taxas de gestação não planejada em mulheres brasileiras
Influence of contraceptive use on unplanned pregnancy rates in Brazilian women

Wender, Maria Celeste Osório; Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. BR, Machado, Rogério Bonassi; Faculdade de Medicina de Jundiaí. Jundiaí. BR, Leer más
Politano, Carlos Alberto; Universidade Estadual de Campinas. Campinas. BR



Fuente científica: Femina siic_db.gif
Fecha de actualización: 28 Abril, 2022

Este estudo teve como objetivo primário analisar a taxa de gestações não planejadas e sua relação com o uso de métodos contraceptivos no Brasil. Secundariamente, procurou-se identificar o impacto da pandemia por SARS-CoV-2 sobre o desejo reprodutivo e a utilização de contraceptivos. Foram entrevistadas mulheres entre 16 e 45 anos que tiveram pelo menos uma gestação, por meio de questionário on-line, em todas as regiões brasileiras. Foram analisados dados de 1.000 mulheres com média etária de 34,7 anos, paridade média de 1,69 filho e número médio de 2,01 gestações. Entre as mulheres, 62% referiram ter tido pelo menos uma gestação não planejada, com maior percentual entre as mulheres que utilizam o sistema público de saúde (65%) em relação ao sistema privado (55%). Entre as mulheres que referiram ao menos uma gestação não planejada, 46% usavam algum método contraceptivo na ocasião. O uso atual de métodos contraceptivos atingiu 81% das mulheres entrevistadas, sendo os contraceptivos orais utilizados por 31%, seguidos dos preservativos (20%), laqueadura tubária (10%) e métodos de longa ação (LARC, 9%). Entre as mulheres, 53% considerariam um LARC como modalidade contraceptiva, especialmente entre as que referiram esquecimento frequente de pílulas. Durante a pandemia, 7% das mulheres entrevistadas referiram suspender o uso de contraceptivos. Para 80%, não houve mudanças no planejamento reprodutivo durante a pandemia, porém observaram-se 10% de gestações não planejadas. Em conclusão, a menor adoção de métodos contraceptivos, aliada ao uso incorreto/ falha do método, associa-se a maiores taxas de gestações não planejadas. Métodos com maior índice de eficácia são considerados por mulheres que já experimentaram gestações não planejadas. Houve pequeno impacto da pandemia sobre o uso de métodos contraceptivos e sobre o planejamento reprodutivo.(AU)

Este estudo teve como objetivo primário analisar a taxa de gestações não planejadas e sua relação com o uso de métodos contraceptivos no Brasil. Secundariamente, procurou-se identificar o impacto da pandemia por SARS-CoV-2 sobre o desejo reprodutivo e a utilização de contraceptivos. Foram entrevistadas mulheres entre 16 e 45 anos que tiveram pelo menos uma gestação, por meio de questionário on-line, em todas as regiões brasileiras. Foram analisados dados de 1.000 mulheres com média etária de 34,7 anos, paridade média de 1,69 filho e número médio de 2,01 gestações. Entre as mulheres, 62% referiram ter tido pelo menos uma gestação não planejada, com maior percentual entre as mulheres que utilizam o sistema público de saúde (65%) em relação ao sistema privado (55%). Entre as mulheres que referiram ao menos uma gestação não planejada, 46% usavam algum método contraceptivo na ocasião. O uso atual de métodos contraceptivos atingiu 81% das mulheres entrevistadas, sendo os contraceptivos orais utilizados por 31%, seguidos dos preservativos (20%), laqueadura tubária (10%) e métodos de longa ação (LARC, 9%). Entre as mulheres, 53% considerariam um LARC como modalidade contraceptiva, especialmente entre as que referiram esquecimento frequente de pílulas. Durante a pandemia, 7% das mulheres entrevistadas referiram suspender o uso de contraceptivos. Para 80%, não houve mudanças no planejamento reprodutivo durante a pandemia, porém observaram-se 10% de gestações não planejadas. Em conclusão, a menor adoção de métodos contraceptivos, aliada ao uso incorreto/ falha do método, associa-se a maiores taxas de gestações não planejadas. Métodos com maior índice de eficácia são considerados por mulheres que já experimentaram gestações não planejadas. Houve pequeno impacto da pandemia sobre o uso de métodos contraceptivos e sobre o planejamento reprodutivo.(AU)

Palabras clave: Anticoncepção, Gravidez, Métodos contraceptivos, Reprodução

FEMINA
Influência da utilização de métodos contraceptivos sobre as taxas de gestação não planejada em mulheres brasileiras
Influence of contraceptive use on unplanned pregnancy rates in Brazilian women

Wender, Maria Celeste Osório; Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. BR, Machado, Rogério Bonassi; Faculdade de Medicina de Jundiaí. Jundiaí. BR, Leer más
Politano, Carlos Alberto; Universidade Estadual de Campinas. Campinas. BR



Fuente científica: Femina siic_db.gif
Fecha de actualización: 28 Abril, 2022

Este estudo teve como objetivo primário analisar a taxa de gestações não planejadas e sua relação com o uso de métodos contraceptivos no Brasil. Secundariamente, procurou-se identificar o impacto da pandemia por SARS-CoV-2 sobre o desejo reprodutivo e a utilização de contraceptivos. Foram entrevistadas mulheres entre 16 e 45 anos que tiveram pelo menos uma gestação, por meio de questionário on-line, em todas as regiões brasileiras. Foram analisados dados de 1.000 mulheres com média etária de 34,7 anos, paridade média de 1,69 filho e número médio de 2,01 gestações. Entre as mulheres, 62% referiram ter tido pelo menos uma gestação não planejada, com maior percentual entre as mulheres que utilizam o sistema público de saúde (65%) em relação ao sistema privado (55%). Entre as mulheres que referiram ao menos uma gestação não planejada, 46% usavam algum método contraceptivo na ocasião. O uso atual de métodos contraceptivos atingiu 81% das mulheres entrevistadas, sendo os contraceptivos orais utilizados por 31%, seguidos dos preservativos (20%), laqueadura tubária (10%) e métodos de longa ação (LARC, 9%). Entre as mulheres, 53% considerariam um LARC como modalidade contraceptiva, especialmente entre as que referiram esquecimento frequente de pílulas. Durante a pandemia, 7% das mulheres entrevistadas referiram suspender o uso de contraceptivos. Para 80%, não houve mudanças no planejamento reprodutivo durante a pandemia, porém observaram-se 10% de gestações não planejadas. Em conclusão, a menor adoção de métodos contraceptivos, aliada ao uso incorreto/ falha do método, associa-se a maiores taxas de gestações não planejadas. Métodos com maior índice de eficácia são considerados por mulheres que já experimentaram gestações não planejadas. Houve pequeno impacto da pandemia sobre o uso de métodos contraceptivos e sobre o planejamento reprodutivo.(AU)

Este estudo teve como objetivo primário analisar a taxa de gestações não planejadas e sua relação com o uso de métodos contraceptivos no Brasil. Secundariamente, procurou-se identificar o impacto da pandemia por SARS-CoV-2 sobre o desejo reprodutivo e a utilização de contraceptivos. Foram entrevistadas mulheres entre 16 e 45 anos que tiveram pelo menos uma gestação, por meio de questionário on-line, em todas as regiões brasileiras. Foram analisados dados de 1.000 mulheres com média etária de 34,7 anos, paridade média de 1,69 filho e número médio de 2,01 gestações. Entre as mulheres, 62% referiram ter tido pelo menos uma gestação não planejada, com maior percentual entre as mulheres que utilizam o sistema público de saúde (65%) em relação ao sistema privado (55%). Entre as mulheres que referiram ao menos uma gestação não planejada, 46% usavam algum método contraceptivo na ocasião. O uso atual de métodos contraceptivos atingiu 81% das mulheres entrevistadas, sendo os contraceptivos orais utilizados por 31%, seguidos dos preservativos (20%), laqueadura tubária (10%) e métodos de longa ação (LARC, 9%). Entre as mulheres, 53% considerariam um LARC como modalidade contraceptiva, especialmente entre as que referiram esquecimento frequente de pílulas. Durante a pandemia, 7% das mulheres entrevistadas referiram suspender o uso de contraceptivos. Para 80%, não houve mudanças no planejamento reprodutivo durante a pandemia, porém observaram-se 10% de gestações não planejadas. Em conclusão, a menor adoção de métodos contraceptivos, aliada ao uso incorreto/ falha do método, associa-se a maiores taxas de gestações não planejadas. Métodos com maior índice de eficácia são considerados por mulheres que já experimentaram gestações não planejadas. Houve pequeno impacto da pandemia sobre o uso de métodos contraceptivos e sobre o planejamento reprodutivo.(AU)

Palabras clave: Anticoncepção, Gravidez, Métodos contraceptivos, Reprodução

INFECÇÃO PELO SARS-COV-2 E DISFUNÇÃO AUTONÔMICA ­ LABILIDADE PRESSÓRICA NA COVID-19
SARS-COV-2 INFECTION AND AUTONOMIC DYSFUNCTION - PRESSURE LIABILITY AT COVID-19

Salazar, Gabriela de Oliveira; Departamento de Medicina da Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, Brasil. , Nascimento, Thiago Augusto; Clínica e Hospital São Lucas, Rede D'Or, São Luiz, Aracaju, SE, Brasil. , Leer más
Souza, Roberta Machado de; Clínica e Hospital São Lucas, Rede D'Or, São Luiz, Aracaju, SE, Brasil. , Sobrinho, Almiro Alves de Oliva; Clínica e Hospital São Lucas, Rede D'Or, São Luiz, Aracaju, SE, Brasil. , Barreto-Filho, José Augusto Soares; Departamento de Medicina da Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, Brasil. Clínica e Hospital São Lucas, Rede D'Or, São Luiz, Aracaju, SE, Brasil. Divisão de Cardiologia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, Brasil. , Sousa, Antônio Carlos Sobral; Departamento de Medicina da Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, Brasil. Clínica e Hospital São Lucas, Rede D'Or, São Luiz, Aracaju, SE, Brasil. Divisão de Cardiologia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, Brasil.



Fuente científica: Rev Bras Hipertens

Fecha de actualización: 27 Abril, 2022

Homem de 53 anos, hipertenso e portador de bronquite, admitido em um serviço de urgência no dia 15 de dezembro de 2020 devido sintomas gripais, febre e cefaleia iniciados há oito dias. Após constatação de acometimento pulmonar importante mediante tomografia computadorizada (TC) de tórax, sugestivo de infecção pelo vírus SARS-CoV2, o paciente foi internado em unidade de terapia intensiva. Foi intubado no décimo dia de internação, e, dois dias após, evoluiu com labilidade pressórica importante, recorrendo ao uso de noradrenalina e nitroprussiato, além de outros anti-hipertensivos, conforme a necessidade. O quadro predominante foi a hipertensão arterial sistêmica, manifestada principalmente com a mudança de decúbito, sendo o maior valor pressórico registrado de 240x90 mmHg. A disautonomia também se manifestou por ausência de dejeções, sudorese excessiva e espasmos musculares. A frequência cardíaca se manteve estável e dentro dos parâmetros de normalidade.A partir do trigésimo dia de internação, observou-se melhora progressiva do quadro e reestabelecimento da homeostase. Obteve alta após 59 dias de internação, sem sequelas significativas. A explicação mais razoável para o caso é o aumento da resistência vascular periférica, por ação da angiotensina II, associada à supressão do sistema parassimpático, o que explica, também, a incompetência do barorreflexo para compensação da frequência cardíaca. Adicionalmente, o paciente estava em uso de carvedilol. Este caso enfatiza o desafio diagnóstico precoce da disautonomia em pacientes críticos, devido a carência de ferramentas adequadas para uso na prática cotidiana. A estimulação vagal pode constituir opção terapêutica eficaz, mas carece de mais estudos

A 53-year-old male, hypertensive and with bronchitis, was admitted to the emergency department on December 15, 2020 due to flu-like symptoms, fever and headache that started eight days ago. After finding significant lung involvement by chest computed tomography (CT) suggestive of SARS-CoV2 virus infection, the patient was admitted to the intensive care unit. He was intubated on the tenth day of hospitalization, and, 2 days later, he evolved with significant pressure lability, using norepinephrine and nitroprusside, in addition to other antihypertensive drugs, as needed. The predominant state was hypertension, expressed mainly when there is interference from the patient's position in bed. The highest pressure value recorded was 240x90 mmHg. Dysautonomy was also manifested by the absence of stools, excessive sweating and muscle spasms. Heart rate remains stable and within normal limits. From the thirtieth day of hospitalization onwards, there was an evolution with progressive improvement and restoration of homeostasis. He was discharged after 59 days of hospitalization, without sequelae. The most reasonable explanation for the case is the increase in peripheral vascular resistance, due to the action of angiotensin II, associated with the suppression of the parasympathetic system, which also explains the incompetence of the baroreflex to compensate the heart rate. Additionally, the patient was using carvedilol. This case emphasizes the importance of tools that early identify dysautonomy, prepare the team. Vagal stimulation can be an effective therapeutic option, but further studies are needed

Palabras clave: New Coronavirus; COVID-19; Severe Acute Respiratory Syndrome; Systemic Arterial Hypertension; Disautonomy, Novo Coronavirus; COVID-19; Síndrome Respiratória Aguda Grave; Hipertensão Arterial Sistêmica; Disautonomia

Sobrevida en pacientes internados en unidades de cuidados intensivos por COVID-19 en la provincia de Buenos Aires, Argentina
Survival in patients admitted to intensive care units due to COVID-19 in the province of Buenos Aires, Argentina

Bolzán, Andrés Guillermo; Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires, Argentina. Buenos Aires. AR, Pesci, Santiago; Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires, Argentina. Buenos Aires. AR, Leer más
Wright, Ricardo; Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires, Argentina. Buenos Aires. AR, Bartel, Erika; Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires, Argentina. Buenos Aires. AR, Marín, Lupe; Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires, Argentina. Buenos Aires. AR, Irassar, Juan Ignacio; Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires, Argentina. Buenos Aires. AR, Varela, Teresa; Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires, Argentina. Buenos Aires. AR, Kreplak, Nicolás; Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires, Argentina. Buenos Aires. AR, Ceriani, Leticia; Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires, Argentina. Buenos Aires. AR



Fuente científica: Rev. argent. salud pública

Fecha de actualización: 27 Abril, 2022

INTRODUCCIÓN: Uno de los problemas que ha enfrentado el sistema de salud de los diferentes países debido a la pandemia de COVID-19 es la disponibilidad de servicios y atención médica en unidades de cuidados intensivos (UCI). El objetivo fue evaluar la sobrevida en pacientes internados por COVID-19 en UCI entre enero y abril de 2021 en la provincia de Buenos Aires, Argentina. MÉTODOS: Se consideró a los pacientes que, incluidos en el sistema de vigilancia, tuvieran su correlato de información del porcentaje ocupacional de camas de la UCI desde el sistema general. Con esta información se realizó un análisis de sobrevida, considerando tablas de vida, Kaplan-Meier y regresión de Cox. El evento fue el óbito, el tiempo de seguimiento a 96 días y las fechas de internación, defunción y egreso dentro de la UCI como períodos individuales de cada paciente. La capacidad operativa de las UCI fue medida a través del porcentaje de ocupación de camas al momento del ingreso. RESULTADOS: Las UCI con un porcentaje ocupacional mayor al 80% mostraron pacientes con menor curva de sobrevida que sus pares por debajo de esas cifras al momento de ingresar a la internación. DISCUSIÓN: Las diferencias en promedios de sobrevida son estadísticamente diferentes, y muestran dos curvas distintas de supervivencia en el momento en que la segunda ola de COVID-19 afectaba a la Argentina.

Palabras clave: Argentina, COVID-19, Sobrevida, Unidad de Cuidados Intensivos;